quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Amor segundo Paulo

Ainda que eu falasse em línguas, as dos homens e dos anjos, se eu não tivesse o amor, seria como sino ruidoso ou como címbalo estridente;
Ainda que eu tivesse o dom da profecia, o conhecimento de todos os mistérios e de toda a ciência;
ainda que eu tivesse toda fé, a ponto de transportar montanhas,se não tivesse o amor eu não seria nada;
Ainda que eu distribuísse, todos os meus bens aos famintos, ainda que entregasse o meu corpo às chamas, se não tivesse o amor, nada disso me adiantaria;
O amor é paciente, o amor é prestativo; não é invejoso, não se ostenta, não se incha de orgulho;
Nada faz de inconveniente, não procura o seu próprio interesse, não se irrita, não guarda rancor;
Não se alegra com a injustiça, mas se regozija com a verdade;
Tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta;
O amor jamais passará;
As profecias desaparecerão, as línguas cessarão, a ciência também desaparecerá;
Pois o nosso conhecimento é limitado, limitada é também a nossa profecia;
Mas, quando vier a perfeição, desaparecerá o que é limitado;
Quando eu era criança, falava como criança, pensava como criança, racionava como criança;
Depois que me tornei adulto, deixei o que era próprio de criança;
Agora vemos como em espelho e de maneira confusa, mas depois veremos face a face;
Agora o meu conhecimento é limitado, mas depois conhecerei como sou conhecido;
Agora, portanto, permanecem estas três coisas: a fé, a esperança, e o amor.
A maior delas, porém, é o amor."
(Paulo, 1 Coríntios 13, 1-13)

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